terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Pão de Açúcar e Casas Bahia: mudanças no cenário brasileiro

A recém anunciada fusão operacional entre Pão de Açúcar e Casas Bahia encerra um período de grandes mudanças às empresas brasileiras, iniciado há pouco mais de um ano. Bancos, supermercados, frigoríficos, alimentos processados, papel e celulose foram alguns dos setores afetados, demonstrando a diversidade de nossa economia.

Itaú e Unibanco, Perdigão e Sadia, JBS-Friboi e Bertin, Votorantim e Aracruz dividem agora a mesma sala de reuniões. Seja por vontade própria, compelidos pela crise mundial que abateu o caixa de suas empresas ou simplesmente para evitar a entrada de concorrentes internacionais, as empresas brasileiras ganharam importância no cenário mundial.

A operação demonstra um claro processo de diversificação do grupo Pão de Açúcar, iniciado com a compra do Ponto Frio. Através desta estratégia, as empresas diminuem a concentração de suas operações em um único tipo de negócio, reduzindo assim o risco. É o velho ditado que recomenda não colocar todos os ovos numa mesma cesta.

O novo grupo terá significativos ganhos de escala - comprando e vendendo em grandes volumes. Ser o líder ajuda na hora de negociar com fornecedores. O poder exercido sobre os fabricantes de linha branca e eletroeletrônicos certamente já preocupa os empresários destes setores. Imagine ficar de fora das lojas desta nova potência.

A concentração aumenta as barreiras de entrada, retardando a chegada de concorrentes. O varejo acena com incertezas - as conversas entre franceses e americanos podem mudar a liderança no setor. Neste cenário, a saída encontrada foi crescer através de negócios correlatos. Processo semelhante fez a Pepsico, reduzindo a participação em refrigerantes.

As classes A e C estarão unidas sob o mesmo guarda-chuva. O modelo de negócio das Casas Bahia, especializado na emergente classe C e estudado por universidades americanas, convivendo com supermercados diferenciados, refinados e inovadores do grupo Pão de Açúcar, voltados para o público exigente das grandes cidades.

Os impactos aos consumidores são incertos, porém animadores. As fusões ocorridas no último ano tinham como objetivo as economias de escopo - compartilhamento de unidades fabris, canais de distribuição, frotas, agências e sistemas de gestão. Pouco ou nenhum benefício ao consumidor, uma vez que o foco estava na redução de custos operacionais.

Os desafios para unir culturas organizacionais tão distintas serão imensos, mesmo para empresários do porte de Diniz e Klein. Eis uma questão difícil que eles terão de enfrentar.

Criatividade, inovação e agressividade são marcas registradas destes grupos empresariais. Quem sabe num futuro próximo possamos comprar geladeiras com alimentos, máquinas de lavar com sabão em pó ou adegas com vinhos. Talvez juntar os ovos seja a base para a construção da vantagem competitiva deste novo grupo.

Por Marcos Morita (mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie e especialista em estratégias empresariais. É colunista do site www.marcosmorita.com, palestrante e consultor de negócios. Seu e-mail é: professor@marcosmorita.com.br)

Fonte:
HSM Online
07/12/2009
Link: http://br.hsmglobal.com/interior/index.php?idCMSPortal=14&idCMSIdioma=3&p=nota_economia&idNota=55752

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

LUX LANÇA LINHA DE SABONETES COM EXTRATO DE VINHO

Um banho de sedução e maciez. Essa é a proposta do novo Lux Degusta-me, que traz um ingrediente inovador: extrato de vinho. Lux é uma das grandes marcas nacionais a tornar um ingrediente de requinte como o vinho acessível para todas as consumidoras, nas versões Lux Gotas de Beleza Degusta-me (liquido) e Lux Suave Degusta-me (em barra)

Com uma formulação exclusiva, os sabonetes combinam extrato de vinho e cremes texturizados com as proteínas do leite, que têm a função de reter água e se transformar em um creme. Os benefícios para a pele não poderiam ser melhores: além de limpar, hidratam, tornando o banho um ritual de beleza para deixar a pele macia.

“Desenvolvemos Lux Degusta-me com a finalidade de entregar à consumidora uma pele macia, aveludada e perfumada, capaz de enfeitiçar. Além disso, queremos oferecer uma experiência no banho capaz de aguçar os cinco sentidos da consumidora, para um ritual completo de beleza”, declara Rafael Nadale, gerente de marketing da categoria skincleasing da Unilever. “O principal ingrediente da nova variante é o extrato de vinho, que passou por um processo de extração da uva Bourdeax para ser adicionado aos sabonetes”, explica Nadale.

Segundo a especialista em cosmetologia Sonia Corazza, “o extrato de vinho é benéfico para a pele e, aliado ao pH neutro do sabonete líquido – mais próximo ao da pele, que varia de 4,5 a 6,5 – ajuda a manter a hidratação natural da derme, garantindo sua beleza, suavidade e proporcionando mais maciez, efeito aveludado e fragrância inovadora, tornando o banho um ritual de beleza e agradabilidade”.

Banhoterapia: cinco sentidos na pele

A riqueza de componentes do Lux Degusta-me vai tornar o banho muito mais do que um ato de limpeza, mas sim um ritual de beleza, aguçando os cinco sentidos da mulher durante o banho. Desde o primeiro contato com o produto, inicia-se o estímulo dos sentidos.

Visão

Estimulada pelo tom púrpura do produto, que irradia energia e estimula o cérebro, por ser vibrante e exótico, evocando na memória uma sensação de glamour e vitalidade. Desde os tempos remotos a cor púrpura representa sofisticação, paixão e nobreza; os mantos dos reis eram tingidos de púrpura. Segundo a psicologia das cores, tomar banho com um sabonete nesta cor vai motivar o entusiasmo e a disposição para agir.

Olfato

No ritual do banho, os cheiros têm uma função fundamental para ativar os feixes de percepção olfativa ligados ao cérebro. Por isso, o segundo e o mais forte deles é o olfato: o perfume exalado durante o banho pelos óleos aromáticos presentes em Lux Degusta-me é capaz de penetrar no nariz e invadir o cérebro numa velocidade incrível, levando fragmentos de delírio inimagináveis.

Notas frutais de abacaxi, maçã, maracujá e cerejas temperadas de vinho tinto explodem nos primeiros instantes do ensaboar-se, despertando o cérebro para uma sucessão de emoções positivas. E o surgimento do bouquet floral matizado de jasmim, muguet, gerânio e violeta evocam a feminilidade e o romantismo inerente ao mundo feminino.

Audição


Apesar de não está totalmente relacionado ao produto, a audição é tão presente no banho quanto o olfato. O som da água proporciona uma melodia do banho harmoniosa e agradável aos ouvidos.

Tato

O tato é o segundo mais intenso no banho com Lux Gotas de Beleza Degusta-me. O ato de massagear a pele com o sabonete é relaxante e estimula a circulação periférica, fazendo o sangue, maior alimento do nosso corpo, chegar a todas as regiões da pele. E pele bem irrigada significa pele alimentada, oxigenada, saudável, mostrando a beleza que vem de dentro. Outro ponto importante são os cremes texturizados, que em conjunção com o extrato de vinho presentes na composição do produto deixam a pele macia e aveludada, contribuindo para uma pele que enfeitiça.

Além disso, quando se mistura à água morna, a espuma produzida pelo produto forma uma massa fondant cremosa, que embala a pele num sensorial de delícia instantânea. Mesmo sem você se conscientizar, essa percepção leva o cérebro a um estado de felicidade suprema, interação mental que provoca a liberação de substâncias químicas, deixando a pele resplandecente.

Paladar

Desde o momento em que se inala o aroma do produto, já se aguça o paladar. A percepção retro nasal das notas frutais e gourmand é a maneira que o olfato se encontra ao paladar para proporcionar ao banho um leque imenso de sabores irresistíveis.

A Bic, empresa que atua nas categorias de isqueiros, barbeadores e papelaria

A Bic, empresa que atua nas categorias de isqueiros, barbeadores e papelaria, investe a partir de hoje até final 23 de janeiro de 2010 em inserções de merchandising em 30 programas de TV aberta das regiões Norte e Nordeste do País. A intenção é mostrar que o isqueiro Bic apresenta uma melhor relação custo X benefício quando comparado ao uso de fósforos comuns. Ao comprar um isqueiro BIC, que acende mais de 3 mil vezes, o consumidor investe cerca de R$ 2,90. Já para acender o mesmo número de vezes com o fósforo, seria preciso comprar 75 caixas, o equivalente a R$ 15,00.E para os programas de auditório, que contam com a presença dos espectadores na platéia, a Bic vai propor que as pessoas criem ritmos com a letra do jingle. “Quando chega o dia primeiro, suei o dia inteiro, quero ver o meu dinheiro, vou é comprar o meu isqueiro. Isqueiro Bic é bom demais, acende três mil vezes, acende muito mais.75 caixas é fósforo demais, jogar meu di nheiro fora, jamais! Isqueiro Bic, isqueiro Bic, faz economia e ainda te deixa chique. Isqueiro Bic, isqueiro Bic, faz economia e ainda te deixa chique.”, jingle escrito para a divulgação da ação.

“Promoção Seleção fatura zero. Não precisa ser jogador de futebol para ir à África do Sul”

Com o mote “Promoção Seleção fatura zero. Não precisa ser jogador de futebol para ir à África do Sul”, a Fischer+Fala! lança nesta semana sua campanha publicitária para a Caixa. A ação divulgará uma promoção que vai sortear 20 viagens com acompanhante para a África do Sul. Além da viagem, os contemplados terão suas faturas zeradas ou vale compras no valor de R$ 12.000,00. Um dos destaques da campanha é o filme de 30 segundos, estrelado por Danielle Hypolito, Jadel Gregório, Maurren Maggi, Diego Hypolito e Fabiano Peçanha, atletas patrocinados pela Caixa. No vídeo, eles aparecem num campo de futebol, mas demonstram não ter muita intimidade com a bola. Alguns deles se confundem e fazem movimentos das suas especialidades ao tentar o gol. É como se fosse um desafio entre eles mesmos, comentado por um narrador de futebol e ao som da trilha Que bonito é em versão mais instrumental. O filme encerra com a assinatura “É da Caixa. O banco que acredita nas pessoas”. O plano de mídia que contempla filme para TV aberta e paga, anúncios impressos para jornal e revista, ações na internet, rádio além de peças para PDV. Para participar da promoção, acesse www.promocoescaixa.com.br ou ligue pelo 0800-644-4900.

Novo comercial da Perdigão acirra disputa com a Sadia

A fusão entre as rivais Sadia e Perdigão, sacramentada em maio deste ano, deixou muita gente se perguntando se as duas marcas, de fato, permaneceriam independentes, como apregoaram os então controladores das duas companhias.

A campanha de Natal da Perdigão que vai ao hoje, elaborada pela agência Young&Rubicam (e que você vê em primeira mão aqui no 4Ps), mostra que, de fato, cada empresa -- ou marca -- continua tocando a própria vida.

Mas não é só isso. A Perdigão aproveita o comercial para lançar dois novos produtos da linha Chester, tradicional concorrente do peru da Sadia. Trocando em miúdos, as duas empresas pararam de se alfinetar publicamente, mas acirraram a disputa pelos consumidores (embora, migrando ou não, eles permaneçam clientes da mesma empresa, a BR Foods).

O filme da Y&R é um daqueles clássicos de Natal, com família reunida, árvore cheia de presentes, sinos e um toque (sutil) de bom humor. Do tipo que faz a gente acelerar a contagem regressiva para o final do ano...





Fonte: Portal Exame
http://portalexame.abril.com.br/blogs/blog4p/20091207_listar_dia.shtml?permalink=211816

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Grupo Pão de Açúcar e Casas Bahia fecham acordo de associação

O Grupo Pão de Açúcar e as Casas Bahia confirmaram "o acordo de associação" que integrará os negócios das companhias no setor de varejo e bens duráveis.

As empresas informaram que a operação vai unir as atividades do Ponto Frio (Globex), Casas Bahia e Extra Eletro (Grupo Pão de Açúcar) sob o controle de "uma única sociedade".

"O grupo entende que essa associação pode assegurar melhores práticas na venda de bens de consumo duráveis", afirmou o grupo Pão de Açúcar em nota.

A partir da união, o grupo Pão de Açúcar passará a ter 1.807 lojas. O faturamento do grupo com Ponto Frio e Casas Bahia é de cerca de R$ 40 bilhões, pelos dados de 2008.

Fonte: Valor Econômico
http://www.valoronline.com.br/?online/empresas/11/5984183/grupo-pao-de-acucar-e-casas-bahia-acertam-associacao

Seis marcas relacionadas à tecnologia poderão desaparecer em 2010, afirma site

Problemas econômicos, má gestão ou produtos obsoletos nem sempre são dificuldades passageiras para algumas empresas. O site 24/7 Wall St. preparou uma lista de marcas que estarão extintas, segundo análise de especialistas do setor econômico, já em 2010. Seis delas são do setor de tecnologia ou tem relação com ele.

Algumas das marcas sugeridas pelo site são bem famosas, como a revista Newsweek, a fabricante de celulares Motorola, a multinacional de locação de vídeos Blockbuster e a Kodak, do setor fotográfico.

Acompanhe abaixo todos os participantes dessa “lista negra":

Newsweek
A revista já diminuiu a projeção de circulação de 3,1 milhão para 2,5, número que pode cair ainda mais para apenas 1,5 milhões no próximo ano. A fuga de anunciantes chegou em 29,9% só nos primeiros três trimestres de 2009. O impacto no faturamento não poderia ser outro: a revista sofreu 30 milhões de dólares até agora. Editorialmente, os resultados começa a aparecer, com uma cobertura menor de notícias de última hora e matérias mais aprofundadas. Por sua vez, os internautas já começam a debandar, o site Newsweek.com teve 1,3 milhões de visitantes únicos em Outubro, uma queda de 15%.

Motorola
A companhia de celular e infraestrutura de telecomunicações, que chegou a ser a segunda empresa líder no mercado, caiu na obscuridade. O tempo da empresa de quebrar em pedaços chegou e já tem compradores rondando sua marca. A companhia pretende vender sua divisão de equipamentos wireless e de cabeamento por US$ 4,5 bilhões. A capitalização de mercado é de US$ 19 bilhões e a dívida a longo prazo atinge US$ 3,9 bilhões e, em caixa, US$ 3 bilhões. A divisão de maior sucesso da Motorola, a de celulares, caiu em rendimento quase pela metade no último trimestre.

Talvez o futuro dessa divisão seja o único mais claro: com o lançamento do Droid, a empresa pode respirar. O problema é que o sucesso dessas vendas se devem muito mais ao sistema operacional Android, do Google, do que por mérito próprio. Entre os possíveis compradores, estão a Nokia, Samsung e LG.

Palm
O smartphone da companhia teve um sucesso modesto após o lançamento do Pre. Mas o produto seguinte, o Pixi, não está tendo um bom desempenho. O Pre enfrenta uma competição com o Droid da Motorola e novos handsets da Nokia e Samsung. Sem contar a concorrência esmagadora de outros dois celulares: iPhone e BlackBerry. A Palm precisaria de parcerias com AT&T Wireless e Verizon, grandes empresas de telecomunicações nos EUA, para poder respirar.

A própria Nokia lançou uma previsão de que as vendas globais de celulares vão crescer no máximo 10% em 2010. O mercado não irá suportar o atual número de fabricantes. Mesmo a LG e Samsung, segunda e terceira respectivamente na liderança desse mercado, têm linhas fracas de celulares. A compra da Palm seria uma maneira fácil para essas duas empresas de avançar no mercado de usuários finais.

Borders
O grupo Borders perdeu a guerra de lojas onlines de livros para a Barnes & Noble e Amazon.com. As ações da companhia caíram de US$ 4,48 para 1,20 e ela vale agora menos de US$ 80 milhões. Outros dados financeiros só comprovam sua derrocada. A operação da Borders caiu para 361 lojas. Com uma dívida líquida de US$ 375 milhões, um competidor como a Barnes & Noble poderia comprar US$ 2 bilhões em rendimentos por uma fração das vendas da empresa e cortar custos gerais e de administração para melhorar margens. A Border está morta há dois anos, mas ninguém se lembrou de se livrar do corpo.

Blockbuster
As finanças da maior locadora mundial de vídeos não vão nada bem. O último trimestre comprova esse dado: a receita caiu de US$ 1,6 bilhões para 910,5 milhões e a companhia só tem US$ 141 milhões em caixa. Atualmente, a empresa tem 3.662 lojas nos EUA e outras 1.703 no mundo. Muitas dessas lojas derão à Blockbuster dívidas no arrendamento e a companhia deveria reduzir bastante de tamanho para sobreviver. Ela tomou fôlego ao renegociar parte da sua dívida e promover um fechamento de lojas em massa. O valor de mercado da empresa é US$ 125 milhões. É certo que ela enfrentará a liquidação após falência em breve.

Fanie Mae e Freddie Mac
Essas duas agências hipotecárias, antes patrocinadas pelo governo norte-americano, perderam muito da sua influência depois da crise econômica. Para o governo é mais fácil mantê-las no limbo do que retomar o controle das empresas. Analistas de mercado chegaram a dizer que suas ações valem zero.

Ambac
O grupo financeiro Ambac uma das ex-seguradoras de títulos sólida que mantinha o mercado unido. Seu futuro é um grande ponto de interrogação atualmente. Para a empresa manter suas operações funcionando normalmente, parece que o mercado de capitais teria de voltar no tempo, na época pré-crise, pois agora a missão parece impossível.

Eastman Kodak
A trajetória da Eastman Kodak tem sido descendente desde a última década. O CEO Antonio Perez não foi capaz de consertar a companhia desde que a assumiu em 2005. A Kodak continua mantendo seus investimentos pesados e encara uma reestruturação tão longa que ninguém lembra quando começou.

Essa já foi uma das maiores marcas americanas do século 20. Mas a entrada no mundo da impressão digital foi tardia e muitas companhias menores se puseram à frente dos esforços digitais da Kodak. Parece que a companhia está numa maré muito pior do que as empresas de mídia impressa. Com a diferença crucial que os jornais podem viver ainda de anúncios de carros e imobiliários (tão logo o setor se recupere também).

Sun Microsystems
A Sun Microsystems pode ser integrada à Oracle ou pode não ser também. Seu destino como companhia independente tem ficado cada vez mais inevitável. A IBM estava interessada na Sun, mas desistiu. E agora a Comissão Européia está de alguma forma preocupada com o controle excessivo do código aberto nas mãos da Oracle, mesmo que a maior parte dele seja gratuito ou tenha sido dado pela Sun para ela por nada.

Com a fusão das empresas bloqueada, a Sun tem de se mexer e rápido. Mesmo que a empresa não seja comprada, deve fazer ofertas de transformação e precisa de uma boa economia para que suar operações cruciais crescem em um patamar rentável. Mesmo que a Sun resista até o próximo ano, não será a mesma empresa que conhecemos atualmente.

E*Trade
O E*Trade, grupo de empresas que prestam serviços gerais relacionados a investimentos e finanças, é uma grande companhia com uma boa base de clientes. Mas foi ao chão ao oferecer empréstimos de risco e atuar como “banqueiro para usuários finais”. A empresa ainda tem uma difícil jornada, empregou todo esforço apenas passar pela tormenta, e pode não ter recursos para se reerguer.

Fonte: UOL
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2009/12/03/seis-marcas-relacionadas-a-tecnologia-poderao-desaparecer-em-2010-afirma-site.jhtm