quinta-feira, 23 de julho de 2009

O sobrevivente de Detroit

Como Bill Ford, herdeiro e bisneto do lendário fundador da Ford, reformulou a gestão da montadora -- e abriu caminho para que ela escapasse à sina de suas rivais americanas

Se há oito ou nove anos fosse dada aos analistas da indústria automobilística a informação de que uma hecatombe arrasaria Detroit e só uma das três grandes montadoras da cidade sobreviveria, poucos apostariam na Ford. Naquele momento, a situação de penúria da empresa contrastava com o clima de otimismo na General Motors e na Chrysler. A Ford mergulhara em sucessivos prejuízos enquanto a GM lucrava e a Chrysler, na época recém-adquirida pela alemã Daimler, dava início a um ambicioso processo de reestruturação. Seria, portanto, com certo estupor que um analista transportado daquele período assistiria aos pedidos de concordata da GM e da Chrysler, ocorridos entre os meses de abril e junho deste ano. (Ambas saíram dessa condição recentemente.) A Ford sofre os efeitos nefastos da crise nos Estados Unidos e não pode ser considerada um exemplo de boa gestão e eficiência. Mas deu um sinal poderoso de sua condição diferenciada ao recusar o socorro financeiro oferecido pelo governo americano -- socorro, aliás, recebido como única chance de salvação por GM e Chrysler. "Logo no início, achamos que, caso a recessão se agravasse, poderíamos precisar do auxílio do governo", disse a EXAME, por e-mail, William Clay Ford Jr., presidente do conselho de administração da Ford, em sua primeira entrevista a uma publicação brasileira. "Felizmente, foi possível evitá-lo."

Tornar-se a exceção em meio ao caos já seria, por si só, um feito notável. O que chama a atenção nesse caso foi a maneira pela qual a empresa conseguiu ficar em pé sem a ajuda governamental. Ao longo de sua história de 106 anos, a Ford enfrentou vários momentos difíceis -- passou por todos eles, em geral, graças ao lançamento de carros que caíam no gosto do consumidor. Tão logo o frenesi nas vendas passava, voltava à situação anterior. Como as outras grandes montadoras americanas, a Ford foi durante muito tempo um doente em estado grave que recusava a ideia de que um dia poderia morrer. Essa percepção parece ter mudado há cerca de três anos. Na época, a montadora hipotecou todo o seu patrimônio: fábricas, prédios e até a própria marca. O plano era obter capital suficiente para realizar uma série de investimentos nas fábricas e em novos projetos. As hipotecas renderam 23 bilhões de dólares. Em paralelo, a Ford colocou à venda as marcas Jaguar e Land Rover, negociações que renderam mais 2,3 bilhões de dólares, ambas realizadas em um momento em que a economia mundial vivia um período de euforia. "Essas decisões garantiram caixa suficiente para que a empresa atravessasse a crise", afirma Flávio Bartman, sócio da consultoria Carnegie Hill Global Advisors.

Embora favorecida pelos deuses que regem o destino das empresas, não foi apenas por um golpe de sorte que a Ford obteve um desempenho melhor do que as suas irmãs americanas. Ao constatar a condição de mortal do negócio, Bill Ford, como é conhecido, e seus executivos partiram para mudanças de estratégia e de gestão. Com dinheiro em caixa, a Ford pôde investir no que realmente importa do ponto de vista do mercado: os carros. Entre 2007 e 2009, lançou novas versões de modelos consagrados e colocou em operação uma série de projetos que devem chegar às concessionárias nos próximos meses -- entre eles o novo Mustang e o novo Taurus. A melhoria do portfólio veio acompanhada de avanços nos padrões de qualidade. Segundo levantamento da consultoria JD Power & Associates, os veículos da Ford hoje contam com índices superiores aos de marcas como BMW e Audi. Ao mesmo tempo que expandia a linha, a Ford reduzia estruturas. Nos últimos três anos, 17 fábricas foram fechadas e mais de 50 000 empregos foram extintos. Benefícios concedidos a executivos -- como carros e viagens -- foram reduzidos.

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/degustacao/secure/degustacao.do?COD_SITE=35&COD_RECURSO=211;831&URL_RETORNO=http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0948/negocios/sobrevivente-detroit-486089.html

Contra o desmatamento o desmatamento da Amazônia

Grandes redes de hipermercado resolveram suspender compras de fazendas envolvidas no destamatamento da Amazônia

Em reunião realizada na Associação Brasileira de Supermercados (Abras), as três maiores redes de supermercados do País, Carrefour, Wal-Mart e Pão de Açúcar decidiram suspender as compras das fazendas envolvidas no desmatamento da Amazônia. A ação é um repúdio às práticas denunciadas pelo Greenpeace. O setor supermercadista, através da Abras não irá compactuar com as ações denunciadas e reagirá energicamente.

A posição definida pelas empresas inclui notificar os frigoríficos, suspender compras das fazendas denunciadas pelo Ministério Público do Estado do Pará e exigir dos frigoríficos as Guias de Trânsito Animal anexadas às Notas Fiscais. Como medida adicional, as três redes solicitarão, ainda, um plano de auditoria independente e de reconhecimento internacional que assegure que os produtos que comercializam não são procedentes de áreas de devastação da Amazônia.

Trata-se de uma resposta conjunta setorial ao relatório publicado pelo Greenpeace no início deste mês e conseqüente ação civil pública do Ministério Público Federal do Pará, que encaminhou recomendação às grandes redes de supermercados e outros 72 compradores de produtos bovinos para que deixem de comprar carne proveniente da destruição da floresta. O descumprimento do pedido pode resultar em multa de R$ 500,00 por quilo de produto comercializado.

Apenas o Grupo Pão de Açúcar suspendeu as compras de produtos bovinos de 11 empresas frigoríficas do estado do Pará, por não ter garantias de que a carne não vem de áreas desmatadas na Amazônia. “Os frigoríficos que atuam na Amazônia precisam se comprometer imediatamente a parar de comprar gado de fazendas que desmatam”, disse André Muggiati, do Greenpeace.

Segundo comunicado do Greenpeace, o Pão de Açúcar também solicitou aos frigoríficos que apresentem ao Ministério Público um plano de auditoria socioambiental, realizado por empresa independente, sobre a origem do gado que comercializam.

Fonte: http://consumidormoderno.uol.com.br/canais/relacoes-de-consumo/varejo-se-une-contra-o-desmatamento/view

Internet influencia 15% do varejo nacional

Segundo pesquisa F/Radar, 15% das compras de rua e shopping no Brasil passam pela rede

A quinta edição do levantamento sobre internet no Brasil, realizado pela F/Nazca com apoio operacional do Datafolha, atestou que a rede mundial de computadores vem sendo incorporada de forma cada vez mais relevante ao dia-a-dia do consumo no País.

Entre os brasileiros com mais de 16 anos, 15% disseram ter o costume de consultar a rede antes de comprar em estabelecimentos de rua ou shoppings. Equivaleria dizer que a plataforma virtual tem impacto sobre cerca de R$ 51 bilhões do comércio varejista nacional*. Daqueles que afirmaram consultá-la, 63% possuem acesso em casa, 60% navegam no site da loja e 58% assumem levar em consideração a opinião de outros internautas.

O estudo revelou ainda que 12,6% da população, 16,5 milhões de pessoas, já adquiriu produto ou serviço online e que, delas, 72% o fizeram de suas residências. Os dados ganham ainda mais destaque quando se leva em consideração o fato de que a assiduidade é um traço marcante do perfil de navegação no Brasil: 83% dos 66 milhões de internautas identificados pela pesquisa entram na rede pelo menos uma vez por semana e 32% a utilizam todos os dias.

Segundo Fabio Fernandes, presidente e diretor de Criação da F/Nazca, os resultados indicam a necessidade de um novo fôlego à democratização da internet no País. “A difusão do acesso, sobretudo doméstico, deixou de ser um argumento meramente cultural para ganhar ainda mais relevância econômica. Pelo nosso levantamento fica claro que internet em casa é praticamente condição tanto da compra quanto da pré-compra à distância”. A conexão nos lares, no entanto, é realidade apenas de 26% da população.

*Fonte: IBGE, Pesquisa Anual do Comércio 2006. Cálculo sobre a receita operacional líquida do comércio varejista. O segmento “Combustíveis”, que representou 23,9% do volume total, não foi considerado.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Poder da imagem

Demanda aumenta por profissionais que sabem fazer vídeo clipes e vinhetas.

O poder da imagem em movimento tornou-se uma ferramenta essencial para impulsionar marcas, produtos e até a carreira de artistas. Um exemplo claro foi o sucesso alcançado pelo cantor Michael Jackson. O rei do pop fez uso constante de clipes como Thriller, Billie Jean, entre outros, para se tornar um dos maiores ícone da música internacional.

Mas quem são os profissionais que desenvolvem esses tipos de vídeos? Quais são suas áreas de atuação? Onde aprendem a trabalhar com artes tão complexas e ao mesmo tempo tão inseridas em nossos cotidianos?

A Panamericana Escola de Arte e Design é uma das instituições de ensino pioneiras na formação de profissionais dessa área, chamada de Motion Graphics. Muito difundido fora do país, no Brasil o curso é relativamente novo e a demanda por profissionais dessa área está em constante expansão uma vez que vivemos num mundo dominado pela informação através da imagem – televisão, internet, cinema, etc. Quem participa das aulas aprende a produzir esses pequenos vídeos, como trailers, clipes, animações, vinhetas de TV, etc., e pode trabalhar em agências de publicidades, produtoras de cinema, emissoras de televisão, entre outros locais.

Para os interessados, a Panamericana Escola de Arte e Design abre inscrições com isenção da taxa de matrícula até o final de julho. O curso, com duração de dois anos e meio, é lecionado nas unidades Groenlândia e Angélica, e tem início das aulas previsto para o meio de agosto. As vagas são limitadas e a isenção da taxa de matrícula só é válida até dia 31 de julho. Para mais informações sobre os cursos, os interessados podem acessar o site: www.escola-panamericana.com.br.

Fonte: http://consumidormoderno.uol.com.br/canais/relacoes-de-consumo/poder-da-imagem/view

EAD: falta tempo, dinheiro e computadores aos alunos para concluírem o curso

Recursos Humanos

Estudo encomendado pelo Sebrae indica que 55% dos alunos desistiram do curso. Falta tempo, dinheiro e computadores foram os motivos citados

A grande maioria dos alunos que desistem da educação a distância o faz por falta de tempo, dinheiro ou questões de saúde. É o que indica um estudo encomendado pelo Sebrae ao IEA (Instituto de Estudos Avançados, da USP). Entre os 60.627 alunos das turmas de 2008 do curso a distância Iniciando um Pequeno Grande Negócio, 55% desistiram. Assim, a pesquisa foi efetuada para identificar as razões do problema, questionando 7.400 desistentes, entre uma maioria que cancelou o curso e alguns que apenas se inscreveram, sem assistir a qualquer aula.

Os resultados apontam que 77,7% dos alunos desistentes alegaram “problemas pessoais”, que podem ser questões de saúde, tempo ou financeiras. O segundo problema mais mencionado foi dificuldade de acesso a computadores, citada por 19,01% dos entrevistados. Itens menos votados incluem frustração com as expectativas do curso (2,2%) e queixas quanto ao atendimento da monitoria (0,2%). Entre os que apenas se inscreverem, problemas pessoais respondem por 51,5% das desistências e a falta de computadores por 23,5%, além de “novo emprego” (6%) e “não recebeu senha” (4%).

O curso à distância Iniciando um Pequeno Grande Negócio, do Sebrae, tem 16 horas de carga distribuídas em 30 dias. Apesar de 55% parecer um índice alto de desistência, segundo o IEA, 25% a 50% são taxas normais em cursos gratuitos. Pagar parece ser um grande estímulo à frequência: “os cursos pagos que o IEA realiza chegam a 95% de concluintes”, afirma Rita Guarezi, diretora superintendente da instituição.

Fonte: http://consumidormoderno.uol.com.br/canais/recursos-humanos/ead-falta-tempo-dinheiro-e-computadores-aos-alunos-para-concluirem-o-curso/view

Final de semana temático com futebol

Estádio do Morumbi, Museu do Futebol e outras atrações com tema futebol são passeio para turistas.

A Futebol Tour elaborou um produto em que torcedores de outras cidades e estados vem para São Paulo para acompanhar jogos de seus clubes do coração e aproveitam para conhecer e desfrutar as opções futebolísticas da cidade.

A programação inclui traslado do aeroporto, estadia em hotéis de categoria superior, passeios pela cidade relacionados a futebol, como visita ao Museu do Futebol e estádios, sala de troféus, memoriais, terminando sempre com a partida de futebol. Além do programado, os grupos podem complementar os passeios com city tour, compras e outras atrações da cidade de São Paulo. A ideia surgiu a partir da percepção do quanto era difícil para o torcedor resolver tudo sozinho, caso quisesse assistir uma partida em São Paulo. Com a Futebol Tour, tudo é programado com conveniência e praticidade e a pessoa não se preocupa com nada.

“No último domingo (12 de julho) tivemos um grupo de 10 torcedores que vieram ao jogo São Paulo x Flamengo no Morumbi e aproveitaram para passear na metrópole com segurança e tranqüilidade, sempre acompanhados por nossa equipe”, explica Guilherme Figueiredo, diretor da Futebol Tour.

Apesar de ser temático, o programa agrada a todos, inclusive as acompanhantes dos torcedores, que aproveitam a oportunidade para passear e fazer compras em São Paulo. “montamos os tours desta forma, pois percebemos que o final de semana temático pode ser um passeio para a família toda, combinando futebol e lazer”, diz Figueiredo.

“A cidade está muito preparada para o turismo futebolístico, como mostram iniciativas recentes como o lançamento do Mapa do Estádio do Morumbi e a inauguração de espaços como o Concept Hall (no Morumbi), por isso nosso papel como agentes de turismo esportivo é incentivar e trazer público”, conclui Figueiredo.

O final de semana temático Futebol Tour inclui traslados para todos os passeios, hospedagem em hotel categoria 4 estrelas, ingressos para o melhor setor do estádio, kit torcedor e acompanhamento de guia em todos os passeios. O preço é a partir de R$ 420,00 por pessoa, variando de acordo com o valor do ingresso e tarifa hoteleira.

A Futebol Tour oferece regularmente pacotes para jogos de futebol com traslado do grupo de ida e volta ao estádio, com DVD e bebidas na van, acesso aos melhores lugares do estádio, material informativo, kit para o torcedor, acompanhamento por guia e durante todo o período, visita à Sala de troféus, memorial e loja oficial do Clube.

Com sede em São Paulo, a Futebol Tour torna a partida de futebol uma experiência divertida e memorável. Realiza tours na capital e cidades próximas, para jogos dos times, Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo.
O serviço pode ser adquirido pelo site www.futeboltour.com.br ou por telefone, contatando 11-3831-3231.

Fonte: http://consumidormoderno.uol.com.br/canais/relacoes-de-consumo/final-de-semana-tematico-com-futebol/view

Preservativo do desejo

Campanha muito criativa e sem apelos vulgares pela sexualidade para vender preservativos.De vez em quando alguém consegue criar um comercial interessante para uma marca de camisinha sem apelar para a vulgaridade. Foi o que fez a McCann de Paris para os preservativos Durex.

Para incentivar o uso do produto, são mostradas cenas onde a simples presença da embalagem pode acender o fogo da paixão em casais de todas as idades. Só achei o final meio forçado para ficar engraçado, mas o importante que a mensagem é passada de forma bem descontraída.